Escrever, escrever e escrever... As ideias já não são as mesmas, o mundo já não é o mesmo, é o que dizem. A síntese de uma concepção engajada na mente transmitida nas palavras, são elas que nos ajudam a pensar, distinguir, sobressair. Nos transporta para um mundo somente nosso, onde não há a mentira, nem a verdade, não há espaço... nem tempo. Na tradução literal dos meus pensamentos é onde eu preciso estar.
Não temo o futuro, apenas saboreio o presente como se o passado fosse inexistente. Sim, há sentimentos ardentes, compulsórios que afligem e corrói, porém entro em sintonia. O contexto vida é algo muito mais belo e abrangente, algo muito mais singelo e transeunte. Me curvo diante da beleza que me é favorecida de modo tão exuberante. Como definhar diante de tamanha grandeza? Somos ínfimos, mas nosso ego insiste em nos falar o contrário.
Agora me encontro sem inspiração, de onde será que ela vem? Por meio das palavras que formam nossas concepções? Quais concepções? Criadas por outras palavras que foram difundidas por outras palavras? Onde fica o começo? Qual é a nossa real palavra?
Em meio ao caos, tento descobrir minha paz. Interiorizar o meu exterior. Quanto tempo preciso disso? Me surgem inúmeras perguntas, que me perguntando surgem cada vez mais dúvidas. Viver a liberdade de ser livre, pensar livre, mas o que é ser livre mesmo?
Agora me encontro sem inspiração, de onde será que ela vem? Por meio das palavras que formam nossas concepções? Quais concepções? Criadas por outras palavras que foram difundidas por outras palavras? Onde fica o começo? Qual é a nossa real palavra?
Em meio ao caos, tento descobrir minha paz. Interiorizar o meu exterior. Quanto tempo preciso disso? Me surgem inúmeras perguntas, que me perguntando surgem cada vez mais dúvidas. Viver a liberdade de ser livre, pensar livre, mas o que é ser livre mesmo?
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